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É lei: usuário pode cancelar internet, telefonia e TV sem ligar para call center

fev 22, 2014   //   by admin   //   Dia-a-Dia  //  No Comments

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou nesta quinta-feira (20) novas regras do Regulamento Geral dos Direitos do Consumidor de Telecomunicações, uma série de medidas que prometem facilitar a vida dos usuários de dispositivos móveis, TV a cabo e banda larga. Entre as principais novidades que ficam estabelecidas está a possibilidade de cancelar contratos pela internet, sem a necessidade de falar com um atendente, e também a validade mínima de 30 dias para créditos de celulares pré-pagos.

De acordo com informações do Estadão e da Agência Brasil, o cliente agora tem o direito de efetuar o cancelamento de planos e serviços contratados sem passar pela central de call center da operadora. Esse procedimento poderá ser realizado online ou digitando uma opção no menu eletrônico da central de atendimento telefônico da prestadora (SAC).

O cancelamento por meio de um atendende continua, se essa for a escolha do cliente. Se a ligação cair durante o atendimento, a companhia deve retornar para o consumidor e, caso não consiga entrar em contato, tem a obrigação de enviar ao cliente uma mensagem de texto com número de protocolo da chamada. Assim como já acontece nos call centers, todas as conversas são gravadas e ficam armazenadas por seis meses. Caso tenha alguma dúvida, o consumidor tem o direito a uma cópia dessas gravações.

O prazo para que a empresa desative o contrato deverá ser feito em no máximo dois dias úteis e, após esse período, o consumidor não poderá ser cobrado pelo serviço. Caso o usuário queira desistir do cancelamento, ele pode entrar em contato com a operadora para desfazer o procedimento, desde que seja no prazo de dois dias a partir da data em que ele solicitou o fim do contrato.

As novas regras da Anatel também determinam que os créditos de celulares pré-pagos tenham validade mínima de 30 dias. Segundo Rodrigo Zerbone, relator da medida, a facilidade de compra de créditos de pré-pago faz com que, muitas vezes, o consumidor não seja informado sobre a validade do serviço, que, em alguns casos, expira em sete ou dez dias. As empresas terão que comunicar ao consumidor quando os créditos estiverem perto de expirar e ainda oferecer créditos com validade de 90 e 180 dias.

Também fica proibido que as empresas mandem mensagens de texto contendo publicidade ou anúncios para os clientes, a não ser que o consumidor autorize o envio. Em 2012, a Anatel já tinha determinado que as prestadoras fizessem uma consulta aos assinantes sobre o interesse em continuar recebendo mensagens publicitárias.

Outra novidade estabelecida pela Anatel é que as campanhas promocionais feitas pelas operadoras não poderão mais fazer discriminação de clientes. Ou seja, a partir de agora, não importa se são novos ou antigos assinantes: todos devem receber o mesmo tratamento – por exemplo, o consumidor tem direito de aderir a um plano ou promoção da empresa mesmo se ele já for cliente dela, desde que esteja na área geográfica onde a campanha foi anunciada.Vale lembrar que, se o assinante tiver um contrato de carência e multa por cancelamento, terá que pagar o valor informado para sair de um plano e entrar no outro.

Um outro ponto no novo regulamento exige que as companhias sejam mais transparentes nos contratos e disponibilizem em seus sites informações completas sobre todos os planos oferecidos. Ao assinar um novo serviço, o usuário deverá receber um informativo que descreva em detalhes exatamente aquilo que ele está comprando. O mesmo vale para promoções, nas quais as operadoras deverão informar qual é o desconto e o benefício, assim como o prazo de validade da oferta e qual será o valor do plano depois que o período promocional acabar.

Call Center

Consumidores não vão mais precisar ligar para call centers para cancelar serviços (Foto: Divulgação/Contax)

Sobre as cobranças, a Anatel determinou que, assim como os planos e serviços de assinatura, os usuários tenham total acesso a contratos, faturas antigas e históricos de consumo pela internet, com a possibilidade de baixar todos esses arquivos. Protocolos e gravações de chamadas de atendimento feitas para o call center da empresa também terão de ser disponibilizados aos clientes através do site da companhia.

Além disso, o consumidor terá mais facilidade para contestar valores. Sempre que o usuário questionar o preço ou o motivo de uma cobrança, a empresa terá 30 dias para responder. Se não cumprir ou verificar a solicitação dentro do prazo, a prestadora deve automaticamente corrigir a fatura, caso ela ainda não tenha sido paga, ou devolver em dobro o valor contestado, caso a fatura já tenha sido paga. O consumidor tem o direito de questionar faturas de até três anos atrás.

A Anatel também determinou o fim da cobrança antecipada, uma prática adotada principalmente pelas operadoras de internet banda larga e TV por assinatura que obrigam os clientes a pagar pelo serviço antes de usá-lo. A partir de agora, as cobranças só poderão ser feitas depois que o consumidor utilizar de fato o serviço e, se ele desistir do pacote no meio do mês, pagará apenas pelo período em que fez uso da assinatura.

E para quem comprar um produto ou quiser cancelá-lo pessoalmente, a Agência determina que as empresas também terão de disponibilizar atendimento em lojas físicas que fazem apenas a venda de planos ou aparelhos. O objetivo é que os consumidores que adquiriram o serviço naquela loja possa retornar a ela e ter atendimento pós-venda.

Todas as novas obrigações previstas no regulamento da Anatel variam de acordo com o porte da operadora: com até 5 mil consumidores, as que têm entre 5 mil e 50 mil consumidores e as que têm mais de 50 mil consumidores. Depois que a decisão for publicada no Diário Oficial da União, as companhias terão um prazo de 120 dias para implementar as novas medidas de cancelamento e de 18 meses para adaptação ao restante das leis.

Segundo a Anatel, a ideia, com o “Regulamento Geral dos Direitos do Consumidor de Telecomunicações”, é aumentar a transparência nas relações de consumo e ampliar os direitos de quem utiliza telefonia fixa e móvel, internet e televisão por assinatura.

Feliz 2014

dez 19, 2013   //   by admin   //   Dia-a-Dia  //  No Comments

Fim de Ano: Momento de idealizar…

Nesta mesma época, há um ano atrás, nós desejamos a você mudanças. Hoje, olhando para tudo o que vivemos desde então, podemos afirmar com convicção, que elas (mudanças) aconteceram. A ViantMax, tornou-se a materialização de tudo aquilo que de maneira sincera e quase profética, aspiramos para nós mesmos e para aqueles que compartilham direta ou indiretamente de nossos passos nesta jornada.

Deste exercício de imaginar o amanhã, aprender com o ontem e avaliar o hoje, que este ano resolvemos ampliar nossa mensagem para você. Assim, emprestamos as palavras um dia proferidas por Alexandre Drumas, o qual citou “É necessário idealizar o real que se vê, e realizar o ideal que se sente”.

Portanto, façamos deste fim de ano, do que representam as celebrações, e do ano novo que está por vir, o ponto de partida de realizações, baseadas em ideais. De modo simples, sem ser simplório ou simplista, involvamos nossas mentes e corações na realização de todas as coisas, das mais básicas, às mais complexas e engajando as pessoas com as quais temos laços.

Que em 2013, você esteja ainda mais envolvido em nossas vidas, participando, sugerindo, trabalhando e conversando mais do que nunca – ou que sempre – e assim, ajudando-nos a perseguir os IDEAIS que estabelecemos para nós e para você, porque é por e para você que criamos e conduzimos esta empresa!

Idealize o amor, o trabalho, a família, os amigos e todas as relações nas quais você está envolvido. Se assim o fizer, certamente 2013 será um ano especial para todos! Sucesso e paz!

Um forte abraço,
Equipe VianetMax

2009..

out 31, 2013   //   by admin   //   Tecnologia  //  No Comments


Esse é mais um vídeo da série: E agora?!

Mais um ano se passou e pensar na evolução das tecnologias digitais à sociedade em 2008 é um desafio. Somos bombardeados diariamente por uma série de notícias que se esgotam em 1 segundo e ainda tentamos absorvê-las numa tentativa desesperada para não nos tornarmos ultrapassados e saciados de conteúdo.

“Estamos preparando estudantes para empregos que ainda não existem, que usarão tecnologias ainda não inventadas, para resolver problemas que ainda não sabemos que são problemas”.

A velocidade de crescimento da internet traz consigo uma maior visibilidade para investimentos, que agora se sustentam melhor, do que a bolha anterior da Internet.

No Brasil, a perspectiva de crescimento em investimentos publicitários na internet no ano que vem é de 3,5%. Em 2008, a agência DM9DDB investiu 250% a mais em mídias eletrônicas que resultou num aumento de 6% do seu faturamento e somando uma receita de cerca de 30 milhões de dólares com as campanhas digitais.

Em 2009, a tendência é de uma maior atenção à segurança na internet, como também a popularização da tecnologia com a evolução das interfaces e da humanização do uso da internet. Complicado não? Descomplica!

O brasileiro em si já é um grande comunicador, algo que reflete nas grandes audiências de mídias sociais no país. Percebe-se que a internet, de distração improdutiva agora une a sociedade, proporciona maior poder em questões de caráter público, ajudam à formação do cidadão.
Evidenciando o caráter solidário do brasileiro, temos como exemplo o uso de ferramentas como Google Maps para apoio aos esforços de resgate e troca de informações sobre as enchentes de Santa Catarina – criada por um time de engenheiros do Google Brasil – bem como notícias colaborativas pelos internautas no Twitter, fotos no Flickr e vídeos no Youtube.

A popularização da tecnologia e a evolução das interfaces se explica com os celulares 3G, o IPhone (já citado no post anterior) e ainda a penetração da internet nas grandes periferias brasileiras.
Pra quem ainda não viu, vale a pena conferir na internet o quadro Lan House, do ‘Central da Periferia’ apresentado por Regina Casé e o programa Reclame, da Multishow, nos ajudam a entender um pouco mais dessas transformações sociais e dos usos da tecnologia, trazendo à nós ‘comunicadores’ uma gama de possibilidades e desafios.

E não pára por aí.

Para o próximo ano só nos resta refletir: Quais desafios?

O manual definitivo para homens casados que jogam!

out 31, 2013   //   by admin   //   Jogos  //  No Comments
Manual para homem casado que joga!
Manual para homem casado que joga!

Este manual tem o intúito de abordar e, se possível, ajudar os colegas em um problema universal conhecido como “Sou casado mas gosto de jogar” porém, as soluções aqui apresentadas podem ser adaptadas para outras situações como “Sou casado e gosto de navegar na internet” e até mesmo “Sou casado e gosto de ler em silêncio”.

Aparentemente, as esposas deste grupo especial de homens tem uma aversão desproporcional contra o passatempo favorito destes que são, em geral, homens pacíficos, caseiros e atenciosos. Faz-se necessário o seguinte adendo: durante o namoro, as soluções aqui apresentadas serão submetidas a um nível de dificuldade duplamente maior, em razão do casal estar experimentando o período de escolha. Se você está namorando e sua companheira não compreende sua paixão por jogos eletrônicos, e nenhuma destas sugestões solucionou seu problema prepare-se para tomar uma dura decisão: Abandonar uma de suas duas grandes paixões.

Para entender melhor as sugestões deste manual, convido todos a uma reflexão sobre a razão pela qual as mulheres odeiam assistir seus maridos jogando.

Razão porque as mulheres odeiam assistir os maridos jogando:

1. O jogo eletrônico on-line é uma das poucas coisas que um marido pode fazer sozinho, e ao mesmo tempo na presença de sua mulher. É diferente de qualquer outra coisa que ele venha a fazer sozinho “longe dos olhos” dela. Mulher não suporta ser ignorada, ainda mais quando percebe que está sendo ignorada AO VIVO. Ignorar sua mulher numa mesa de bar, longe, depois do trabalho, é mais fácil que dentro de casa. Lembre-se disso.

2. As mulheres tem memória contextual. Elas não lembram o quanto você é distante ou alienado quando você está longe enxendo a cara com os amigos. Elas lembram disso quando você chega em casa bêbado. Jogar on-line é como chegar em casa bêbado constantemente, sem nunca ter saído. Elas olham para cara do marido e realizam, em 30 frames por segundo, que ele está alienado em outro lugar, desatento a quaisquer que sejam suas necessidades.

3. Pânico de solidão. Diferente dos homens, as mulheres tem menos resistência a solidão. Homens gostam de pescar, acampar e fazer viagens a lugares isolados SOZINHOS. Mulheres odeiam. Quando você está jogando on-line, sua mulher experimenta a terrível sensação de ser abandonada sozinha NA PRESENÇA DO MARIDO.

4. Acima de tudo, o que mais irrita as mulheres e torna todas as discussões acerca deste tema completamente irracionais é o fato de que “jogar on-line com amigos” é uma atividade LÚDICA, sem maldade, simples, segura, contra a qual a mulher tem praticamente zero argumentos negativos (afinal, seu marido está dentro de casa, não está?). Pois bem, quando uma mulher está irritada com algo, mas não sabe apontar a razão, ela tem que fantasiar uma razão. E todos sabem que a imaginação é muito fértil, especialmente quando diz respeito a estragar o dia de alguém.

Estabelecido o cenário emocional em que as “mulheres odeiam maridos que jogam”, nós avançaremos para as abordagens de contenção de danos. Algumas destas abordagens custam pouco ou nada, outras, custam caro (financeira ou emocionalmente), porém, segundo os mais avançados estudos na área, todas são funcionais.

Tenham em mente que tudo deve ser feito guiado pelas seguintes diretrizes:

1. NUNCA peça desculpas por jogar. Peça desculpas por não leva-la para sair, ou esquecer o aniversário dela, mas NUNCA desculpe-se por fazer o que gosta (sendo que trata-se de algo inofensivo). Desculpar-se é munição para programação neurolinguística negativa, e tornará as reclamações dela ainda mais consistentes.

2. NUNCA trate seu passa-tempo como pecado ou algo de que tenha vergonha na presença dela. Mantenha-se firme. Se ela espernear pedindo atenção, pare (friamente), dê-lhe atenção, carinho, sexo, comida, dinheiro, o que vier ao caso, mas não faça isso como uma “compensação”. Mulheres sentem cheiro de culpa, e irão explorar esta brecha. Faça tudo “por querer”, e elas poderão apenas perceber “firmeza” e “intenção” no ato, e não compensação.

Imbuído do estado de espírito descrito acima, podemos finalmente estudar as abordagens de contenção em toda sua excelência:

(básico) Crie crédito preventivo: A primeira (e única) coisa que sua mulher faz quando quer reclamar do “marido que joga” é lembrar-lhe das coisas que ele não está fazendo enquanto joga. Desarme-a com antecedência! Estude-a, memorize as principais razões de xilique e providencie um crédito nestes aspectos. Ela gosta de sair, trate de dar umas voltas. Pediu mais romance, torne-se o Dom Juan durante um tempo. Ta se sentindo sozinha e desamparada? Alugue uns 3 romances mela-mela e assista com ela debaixo do cobertor, abraçadinho, e sem fazer piadinha, chorando se possível. Desta forma, quando você sentar seu valoroso traseiro em frente a seu jogo predileto, suas chances de ser perturbado diminuirão drasticamente. Uma mulher satisfeita é uma mulher desarmada.

(básico) Fale melhor dos amigos virtuais que dos amigos reais: Exato! Toda mulher no universo acredita que os amigos tem o poder paranormal de influenciar sua conduta. Portanto, torne os seus amigos de “joguinho” muito mais aceitáveis que seus amigos de trabalho por exemplo. Não precisa falar mal de seus amigos de trabalho, claro, mas você pode puxar sardinha para seus amigos de “joguinho”. Coisas como “Olha querida, que beleza, sabe aquele cara que te falei que era terceiro no ranking mundial e que sempre joga comigo? Pois é, apaixonou-se, casou-se, e sua mulher está esperando um filho. Você vê como é né… como a gente se apega as pessoas, mesmo sem nunca te-las visto antes”. Descubra o que sua mulher odeia em seus amigos, e logo saberá o que ela pensa ser “o amigo ideal”. Se esse amigo ideal não existir on-line, INVENTE-O.

(intermediário) Convença-a a compartilhar de algumas amizades de jogo: Sua mulher não precisa jogar para criar “empatia” por seus colegas. Alguns minutos ouvindo um Teamspeak aberto, e podendo dar pitaco em um ou outro assunto que estejam tratando (mulher adóóóra) e ela já irá olhar sua presença on-line com outros olhos. Lembrando que mulher NÃO SUPORTA ficar de fora, sentir-se excluída. Quanto mais importância ela der a suas amizades on-line, menos ela implicará com seu jogo! Ah, sim, apresente-a ao fórum. Mostre-lhe que há outras mulheres jogando (que você não conhece, claro) e que o jogo, na verdade, é apenas um “pretexto para discutir assuntos divertidos e fazer amizades” e que ELA TEM PASSAGEM LIVRE PARA PARTICIPAR DISTO SEMPPRE QUE DESEJAR. Se ela não quiser, problema dela, o importante é que ela sinta “que pode”!

(intermediário) Fáça-a respeitar “seu amor” pelo jogo: Este é um grande desafio, talvez o maior. Fazer uma mulher (a sua mulher) compreender que “não importa o que ela acha do jogo” e sim “o que EU acho do jogo”. Mulheres são as campeãs em solicitarem que os homens entendam coisas exclusivas do universo feminino como TPM, flores, aniversário de noivado, etc – esta é sua deixa para fazer o mesmo. Não cometa o erro de tentar convence-la a respeitar o jogo. Isto só acontece se ela começar a jogar (nível avançado). O grande lance é faze-la compreender que seus parâmetros são diferentes dos dela, que ambos são criaturas distintas, com necessidades distintas e que, assim como você respeita as misteriosas necessidades femininas, ela também TEM que compreender nossas misteriosas necessidades masculinas. Seja firme neste ponto – Se você não demonstrar a importância do tema (mesmo que seja pouca) sua mulher não dará a mínima, e isto significa aspirina amigo.

(avançado) Abdução: Nada compele uma mulher tão bem quanto dinheiro. Use isto a seu favor (se você tiver dinheiro, claro). Se sua mulher não se sente atraída ao jogo em sí, crie uma ponte imaginária através do consumismo feminino – DÊ-LHE UM COMPUTADOR. Mas não presenteie-a com um 486 rodando o Win98 e Paciência – isso é tiro no pé. Mulher sente cheiro de coisa barata e vai saber, na hora, que você deu uma de unha de fome! Dê um belo de um computador ou então não dê nada. De preferência, um computador capaz de seduzi-la para o lado “jogador” da força. Ou ainda um laptop, que ela possa levar para quaisquer canto da casa (com net wireless) e usar até durante a novela. Claro que há chances de sua mulher jogar apenas paciência num computador de R$ 5.000,00 mas ESTE NÃO É O PONTO. Os pontos são:

A) Ela vai subliminarmente valorizar mais seu passa-tempo. Não propriamente o jogo, mas o tempo que você despende em frente ao computador. Porque o espírito consumista feminino dela estará afetado pela aquisição de um computador, fazendo uma relação inequívoca entre computador e prazer! Além disso, inevitavelmente, haverá ALGUMA COISA no universo da informática que a atraia (desde The Sims, MMORPG, Orkut, e, com algum talento seu como professor talvez um First Person Shooter) – a isto se dá o nome de valor agregado, isto é, o computador não apenas a trará para seu lado como também a manterá ocupada.

B) A existência de uma cadeira em frente ao computador é uma verdadeira armadilha. Sempre que ela pensar em te abordar com uma avalanche de reclamações sobre sua condição alienada, ela irá, claro, sentar ao seu lado, logo, no computador dela! Bingo. 50% do problema reduzido, porque ela irá antes ler e-mails, dar “olá” para as amigas no MSN e talvez, com alguma sorte, jogar um pouco de alguma coisa. Até ela acabar, você já jogou bastante.

(avançado) Terrorismo: Esposas de “homens que jogam” possuem memória volátil, e apresentam sintomas como amnésia seletiva, esquecendo-se sistematicamente de tudo (de pior) que seu companheiro poderia estar fazendo enquanto não estivesse jogando. A tática do terrorismo consiste em relembrá-la disso. Se todas as demais abordagens falharem, APRESENTE-A O REAL VALOR DAS COISAS. Como? Aja “normalmente”. Homens TÊM atividades individuais. Homens jogam futebol com os amigos, bebem com amigos de trabalho, homens vão a casa de amigos encher a cara, homens consolam e ajudam seus amigos a largar namoradas gostosas e safadas, homens gostam de pescar a 400km de casa, homens assistem vale-tudo ao vivo, enfim, homens fazem coisas muuuito piores (para as mulheres) que jogar joguinhos eletrônicos. Se sua mulher esqueceu disso, dê uma pausa no game, e ajude-a a fazer uma releitura de valores.

(super avançado) Mimimi: Sim, você também pode. Não são só as mulheres que tem o poder de fazer beicinho quando não conseguem o que querem. Se sua esposa é tão mimizenta que você simplesmente não tem coragem de aplicar as sugestões deste manual, então seja MAIS MIMIZENTO QUE ELA. Pare de jogar, pare de usar seu micro, mas demonstre uma visível tristeza, um abandono do prazer de estar vivo, um mimimi de primeira categoria. Mulheres mimizentas respeitam o mimimi e irão reconsiderar uma atitude mais positiva com relação a aquele que era o passa-tempo que deixava seu companheiro tão feliz.

(God Like) Para jogatinas de emergência: Se você TEM que jogar em determinado dia (campeonato por exemplo), mas não teve tempo de aplicar as sugestões do manual, aplique o método “Patrolaum”. Chegue em casa batendo a porta, bufando, nervoso, veia do pescoço saltando, vá entrando e jogando a roupa pela casa, meia em cima da tv, sapato direito num canto, esquerdo no outro, e vá narrando um problema qualquer esbravejando ao vento (tipo um hyper problema em seu trabalho, onde você está prestes a perder o emprego ou qualquer desgraça do tipo)… quando o clima estiver beeem pesado dê um grito de estravazamento, sente-se em frente ao computador e diga: “Preciso descarregar essa raiva”. Coloque o fone de ouvido e jogue. Se tem uma coisa que qualquer esposa sabe é que, quando o marido dá pití, melhor deixar passar. Mas não fique muito tempo! Essa tática tem efeito curto e só serve para emergências. Sua mulher logo vai reparar que você se acalmou e começou a se divertir! Quanto mais tempo mantiver o teatro de “homem raivoso desesperado” mais tempo poderá jogar.

(Supreme Comander) O seguidor: Se vocês já tem um filho, filhos, ou sua mulher ficou grávida recentemente, prepare-se para o jogo da vida em sua dificuldade máxima. A meta aqui é não transformar o jogo em um inimigo dos esforços de sua mulher em lhe aproximar da paternidade. E sua mulher fará o máximo para interpretar seu jogo como uma “distração infantil de suas novas responsabilidades”. Eis que surge a abordagem do “Seguidor”. Seu filho, sua imagem e semelhança não deve ser privado deste prazer, mesmo em seus primeiros goles de leite. Tudo que não seja trocar fralda ou dar de mamar, PODE ser feito na frente do seu computador, jogando. Afinal, tudo que não é trocar fralda e dar de mamar, é segurar o filho com cuidado no colo. E quando você joga, você fica quietinho, um lugar perfeito para manter o bebê. Após esta primeira fase, inicia-se a virada. O momento oportuno em que seu filho tem coordenação suficiente para clicar um mouse. Neste dia mágico, em que seu filho estiver jogando, no seu colo, sua mulher terá uma de duas reações:

A) “Que lindos, pai e filho brincando juntos”

B) “Maldito, já ta viciando o moleque”

Mas não se preocupe com a opção B. Se sua mulher escolheu este caminho, ela terá a questão do “Seguidor”, seu filho, e nenhuma mulher suporta a idéia de manter-se brigada com marido e filho pela mesmíssima razão. Ela logo verá que está sendo “a rabujenta da história” – mulher odeia isso. Mais uma vez, não demonstrem fraqueza, e não forneçam munição psicológica para as adversidades.

O caso negativo e as Contra-Medidas

Prepare-se: Cada implementação destas acarretará em conseqüências, na maioria dos casos positivas, porém, em alguns casos, certos tipos de mulher irão ativar contra-medidas para anular seus esforços. As contra-medidas mais conhecidas são:

A) Mimimi

B) Falar bem dos maridos das amigas

C) Ter um filho

D) Entregar todas as funções relacionadas ao filho que vocês já tem, à você

E) Ir para casa da Mãe

F) Chifre

Suas táticas devem adaptar-se a estas reações, a exceção, claro, do caso F (chifre) em que você tem duas escolhas: aceitar ou chutar. Para os demais casos, basta aplicar leves variações das aborgens estudadas neste manual, inteligente e subjetivamente.

Amigos, nenhum conselho é garantia de sucesso, mas ignorar todos é garantia de derrota. Espero que alguns destes conselhos, mesmo que apresentados por meio de brincadeira, sirvam para tornar suas vidas mais fáceis e equilibradas, com companheiras mais compreensivas, em relacionamentos onde ambos possam desfrutar daquilo que gostam, em medidas saudáveis e sem repreensões desnecessárias.

Dácio Alexandrino Júnior (JUNAUM), o autor, foi casado por 4 anos.
Sua mulher jogava junto com ele, na verdade, jogava melhor que ele.

Ganhe Produtividade

out 31, 2013   //   by admin   //   VianetMax  //  No Comments

A eficiência no escritório exige saber lidar com um suprimento inesgotável de distrações, mas mesmo quem trabalha em casa não está livre de uma série de obstáculos à produtividade.

Muitas vezes, as próprias ferramentas nascidas para oferecer mais eficiência a seus usuários acabam se tornando em verdadeiros atoleiros em que a produtividade fica encalhada sem jamais sair: o telefone que toca sem parar, a dependência viciosa no e-mail, ou mesmo aquele condicionador de ar que faz excesso de barulho e prejudica a sua concentração sem você perceber.

Fazendo um inventário de quais são as principais fontes de interrupção que prejudicam sua produtividade, você saberá quais devem ser tratadas primeiro, e quais as que são inescapáveis. E ao removê-las ou reduzi-las, o ganho não será apenas na eficiência pessoal: a redução no stress para realizar as mesmas tarefas terá reflexo também na sua qualidade de vida.

7 armadilhas que ameaçam sua produtividade todos os dias

  1. Telefones: maiores vilões contra a concentração da maioria das pessoas, o telefone de mesa e o celular são algozes implacáveis, tocando em qualquer horário e sem levar em conta o que você está fazendo, ou qual o seu nível de foco. Não há proatividade que resista a um telefone que não pára de tocar. Se você puder, ou quando você puder, recorra a uma secretária eletrônica ou a uma pessoa que possa receber as chamadas e filtrá-las. Aprenda também a dizer as palavras mágicas: “Alô, eu estou em uma reunião que deve durar uns 25 minutos, posso te ligar em seguida?”
  2. Bate-papo do escritório: o convívio social é importante – e é até mesmo algo que as pessoas que passam a trabalhar em casa acabam sentindo falta – mas precisa ocorrer dentro de limites razoáveis. Alguns truques para não deixar a conversa sair do controle são: levantar-se no momento em que um interlocutor entrar em sua sala, e falar com ele de pé, evitando convidá-lo a sentar; não ter em sua sala iscas – itens exclusivos, que tendem a atrair visitas de colegas; não posicionar sua mesa de forma a sentir-se obrigado a cumprimentar toda pessoa que passa em frente à sua sala.
  3. MSN e outros mensageiros instantâneos: assim como o telefone, trata-se de uma família de ferramentas de produtividade que pode subverter sua função e virar um dreno de tempo. Se você usar este tipo de ferramenta profissionalmente, aprenda a usar seus recursos de status para definir os momentos em que você está ausente ou ocupado, e não irá ler ou responder a mensagens. E resista à tentação de interagir com o sistema se estiver ocupado com outra coisa.
  4. e-mail: Pouca gente pode abrir mão desta ferramenta de trabalho hoje, mas você pode torná-lo uma fonte de interrupção mais controlada se conseguir resistir e passar a manter desativada a verificação automática de e-mails (se for deixá-la ativada, faça com que seja a intervalos não menores que meia hora) e os alertas visuais e sonoros de chegada de novo e-mail – assim você irá olhar a caixa de entrada quando você quiser e puder, e não por uma interrupção a cada chegada de mensagem.
  5. Outras interrupções tecnológicas: Desligue a televisão, desative o alerta do leitor de RSS, acostume-se a deixar a playlist de MP3 tocar até o fim, sem ficar escolhendo novas músicas o tempo todo.
  6. Sua criatividade: Esteja preparado para o momento em que aquela idéia brilhante surgir bem no momento em que você esteja dedicado a outros afazeres. Tenha um bom bloco de notas e registre os pontos principais da idéia, para mais tarde se dedicar a ela – sem atrapalhar a tarefa na qual você está atuando no momento.
  7. Distrações do ambiente: olhe ao seu redor e encontre as fontes de distração visual ou auditiva. Remova-as sem piedade, e aproveite para deixar seu ambiente em ordem, mantendo visível apenas o que for relevante. Se não for possível remover fontes de barulho, procure mascará-las com algo que gere ruído branco ou um som suave.

O Lifehack.org publicou uma lista de interrupções que inclui várias das mencionadas acima, além de algumas outras.  Confira!

A Ilusão da operação militar no Rio de Janeiro

out 31, 2013   //   by admin   //   Dia-a-Dia  //  No Comments

A Ilusão da operação militar no Rio de Janeiro

Fonte:  Folha de SP

GILBERTO DIMENSTEIN

O que vai acontecer agora não é o fim do tráfico, mas sua gradual sofisticação, menos primitivo e violento

A operação lançada no Rio contra os traficantes é, até aqui, um êxito militar, mas uma incógnita -para dizer o mínimo- no que diz respeito à redução do consumo de drogas.

Os cidadãos podem até se sentir mais seguros com a tomada dos morros, como se tivéssemos desalojado de um território nacional tropas selvagens estrangeiras. Soldados são aclamados como heróis, ganham perfis no Facebook. Há uma grande chance de a operação ser um marco histórico no controle dos indicadores de violência. Só isso já justificaria plenamente a ação, mas a dúvida hoje, vendo a facilidade com que os marginais foram desmobilizados, é o motivo por que a ofensiva não foi realizada antes, o que só é explicável por uma dose de conivência com o tráfico.

O que vai acontecer agora não é o fim do tráfico, mas sua gradual sofisticação, sem tanto primitivismo e violência. A ocupação territorial, por mais complexa que pareça, é uma tarefa razoavelmente simples em comparação com o desafio da dependência química.

O que está fora disso são ilusões e pirotecnias.

Dezenas de milhares de policiais podem prender todos os dias traficantes, mas não vão extinguir a lei da oferta e da procura. Quanto maior a repressão, maior o valor dos produtos e, portanto, a atratividade do mercado e, é claro, maior a propina.

O melhor e mais difícil jeito de reduzir o dano é atacar o consumo para que as pessoas, mesmo que eventualmente usem drogas, não abusem. A semana que passou mostrou o efeito positivo de décadas de campanha de consciência sobre saúde.

O Dia Mundial de Combate à Aids apresentou dados indicando que, no mundo, a epidemia parou de se alastrar. No Estado de São Paulo, o número de mortes por causa do HIV é o menor em 20 anos. Isso ocorre por causa dos novos medicamentos, dos testes de detecção precoce e das insistentes campanhas por sexo seguro. A camisinha, enfim, entrou na cesta básica. O movimento foi tão bem articulado que obrigou o Vaticano a rever sua posição sobre os preservativos.

Dados do Censo 2010, divulgados na quarta-feira, revelam que a mortalidade infantil diminuiu rapidamente, embora a média ainda esteja alta mesmo para padrões da América Latina. A queda se deve, entre outros fatores, como saneamento básico, ao esforço pelo aleitamento materno e à divulgação de noções básicas de higiene. A expectativa de vida do brasileiro subiu para 73 anos.

Muitas das campanhas que ajudaram a aumentar a expectativa de vida foram arquitetadas por publicitários, permitindo a governantes e legisladores tirar as ideias do papel. É o que se vê no aumento das ações preventivas ao câncer de mama e até na redução do número de fumantes. As pessoas agora prestam mais atenção ao que comem e ao próprio peso e se incomodam com o sedentarismo.

Não há ainda no Brasil campanhas contra a dependência química com a inteligência e o charme utilizados para prevenir o câncer de mama ou o HIV. Ou então as campanhas pela defesa do ambiente: na semana passada, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou que a Amazônia teve, neste ano, o menor desmatamento de sua história. Algumas das melhores cabeças publicitárias do mundo se envolveram na questão ecológica.

Bobagem tentar fazer campanhas moralistas, sombrias, quase terroristas, contra o vício. Outro erro é tentar colocar num mesmo saco todas as drogas. Qualquer droga é perigosa -aliás, excesso de açúcar e excesso de sal também matam. Maconha, porém, não é igual a cocaína, a crack ou a heroína.

O que de fato funciona contra o abuso do álcool e das drogas, como mostram inúmeras pesquisas, é aliar informação a estímulo aos jovens para montarem seus projetos de vida, ganhando autonomia. Os projetos educativos que funcionam ensinam, em essência, que a liberdade é um maravilhoso vício.

PS- A longo prazo, a única solução sustentável é legalizar as drogas, fiscalizar a sua fabricação para reduzir seus efeitos deletérios e gastar com prevenção e tratamento as verbas arrecadadas com as vendas. Qualquer medida hoje, agora, seria uma insanidade e, de resto, não encontraria respaldo na opinião pública. É algo para ser realizado aos poucos, em meio a um entendimento entre vários países. Especialistas lembram que as medidas liberalizantes poderiam inicialmente contemplar a maconha, que, segundo todos os estudos científicos, é menos perigosa do que o álcool e o cigarro.